Protocolo da fisioterapia para atendimento inicial ao queimado adequado na UTI pode ser baixado gratuitamente

Lyd Comunicação - 27/05/2024

Documento está disponível na Biblioteca Virtual da SBQ


Está disponível para download, de forma gratuita, o Protocolo para atendimento inicial do paciente queimado na UTI - Assistência ventilatória - Atuação da equipe de fisioterapia, produzido pelo Comitê de Fisioterapia da Sociedade Brasileira de Queimaduras. Para acessar, basta entrar no site da SBQ e clicar no link da Biblioteca Virtual. Não é preciso ser associado, mas é necessário fazer cadastro, caso ainda não tenha.

O protocolo abrange todas as situações possíveis com pacientes queimados, dentro de uma UTI. “Ele está de uma forma resumida, para que haja melhor compreensão. Nós colocamos um fluxograma, para ser de acesso rápido. Mas se a pessoa quiser ter acesso a todo material que nós utilizamos, no documento do protocolo tem o QR code que dá acesso a um drive onde nós colocamos tudo que utilizamos para elaboração do protocolo”, detalha a fisioterapeuta Andrea Akemi Morita, membro do Comitê de Fisioterapia da SBQ. 

O documento foi produzido depois de muitos encontros com fisioterapeutas de todo o Brasil. O grupo de trabalho foi criado em 2022, quando saiu o primeiro rascunho. “Desde então, nós buscamos na literatura, um trabalho árduo de estudo, de pesquisas, para que a gente mantivesse o mais atualizado possível todas as evidências desse protocolo”, conta Andrea Akemi. 

A criação desse protocolo veio depois da percepção de que não são todos os estados ou todas as cidades que possuem centros especializados de tratamento de queimados e porque esse manejo com esse paciente requer uma conduta um pouco mais especializada.


“Existem algumas particularidades do paciente queimado que é importante a gente se atentar. Nós criamos com o objetivo de dar uma melhor assistência para todos aqueles pacientes que estão instalados, para que todos os fisioterapeutas consigam realizar com segurança o manejo ventilatório desse paciente que chega no seu centro e que muitas vezes não é um centro especializado, mas para que dê um suporte adequado para essa população”, finaliza Akemi.